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David Silva

» Nasce em Setúbal a 08/03/81. Vive a infância em Sines e reside em Lisboa e em Beja.

» Frequenta a licenciatura de Arquitectura na Faculdade de Arquitectura de Lisboa.
» Director artístico e encenador da Rastilho – Associação Cultural.
» Passa pelo Círculo de Leitores e pelo Centro de Exposições do CCB.

» Estreia-se em Beja, aos 17 anos, com “Bifes Mal Passados” de António Revez, com encenação de Jorge Caetano, com quem faz várias peças, entre elas “Bodas de Ferro” do mesmo autor.
» Actor em diversas formações e espectáculos, entre eles: “O Cerejal” de Tchekov, encenado por António Rama (TNDMII), musical multilingue “Cimbelino” de Shakespeare no Teatro da Trindade, encenado por Claudio Hochman e “Deserto Habitado” por Jorge Listopad no Teatro S. Luiz.

» Como dramaturgo, ganha o “Prémio Miguel Rovisco 2005” e publica a primeira peça de teatro. Entre várias autorias, é co-autor do musical“O Século da Lua”, produção do Teatro da Trindade.

» Monitor do Atelier Permanente de Escrita Criativa da Casa da Cultura.
» Professor de Teatro de crianças e da Universidade Sénior de Beja.

» Actualmente, divide-se entre Beja e Lisboa. O comboio é o seu lugar.
» Dinâmico, insatisfeito, com sede de aprender, de partilhar e de comunicar.
» Vê nos outros a fonte da sua aprendizagem e evolução.

» “Ama a Arte porque de todas as mentiras, talvez seja a menos falsa.”

» Actor da 1ª produção da Homlet – Companhia de Teatro da Capricho.
» Co-Director Administrativo, Director Artístico e Encenador da Homlet – Companhia de Teatro da Capricho.


O Teatro

“É uma paixão, a maior de todas. Uma necessidade que exige uma entrega de corpo e alma, espírito de sacrifício e disponibilidade. Descobri isso com António Rama, mestre que me ensinou a andar no palco, a saber merecer esse espaço sagrado.


O público não faz um favor ao actor por ali estar. Pelo contrário, exige uma verdade a que o actor deve saber ouvir e responder. O actor é apenas transmite uma mensagem.


É uma magia que se sente no ar e não se explica. Porque o que se sente cá dentro e o que paira no ar, instantes antes de uma estreia, é verdadeiramente mágico, único. Porque a Vida tem de valer a pena. E embora nos permita viver mil vezes mais, ensina-nos a viver melhor a nossa vez.”



Formador


Monitor de Interpretação do Curso de Teatro “Jogos Teatrais” com Eunice Santos (Expressão Corporal) e Francisco Queiroz (Voz), Rastilho – Associação Cultural (Lisboa, 2005);


Coordenador de“Ateliers – Criação e Construção de um Espectáculo” e monitor de “Atelier de Escrita para Teatro” com Rita Maia e Silva, Rastilho – Associação Cultural (Lisboa, 2005);

Director Artístico do Espaço de Performance “Tubo de Ensaio”, Rastilho – Associação Cultural (Lisboa, 2006);

Monitor de Workshop de Iniciação ao Teatro “Ser e Não Ser” sobre“Hamlet” de William Shakespeare, Rastilho – Associação Cultural (Casa da Cultura; Beja, 2007);

Monitor do Atelier Permanente de Escrita Criativa (Casa da Cultura; Beja, 2007);

Monitor de Workshop de Teatro “Shakespeare” sobre “Otelo” de William Shakespeare, pela Rastilho – Associação Cultural (Casa da Cultura; Beja, 2007);

Professor de Teatro nosCursos de “Teatro & Multimédia”, FDTI (Cybercentro de Beja, 2007);

Monitor de Oficina de Teatro “O Actor, Palhaço de Deus” sobre “Sonho de Uma Noite de Verão” de William Shakespeare, pela Sociedade Filarmónica Capricho Bejense (Cine-Teatro Capricho; Beja, 2007);

Monitor de Oficina de Escrita Erótica, Festival do Amor, (Pax-Julia Teatro Municipal, Beja, 2007);


Encenação e Direcção Artística


“Um pouco mais alto, por favor!” de Woody Allen (Cubo da Faculdade de Arquitectura, Teatro Taborda, Maria Matos – Teatro Municipal), 2ª produção da Rastilho – Associação Cultural (Lisboa, 2002);

“Crisálida” de David Silva – 1.º Prémio “Deus quer, o Homem sonha, a obra nasce” (Cubo, Faculdade de Arquitectura, Salão Nobre da Casa do Alentejo, Auditório da PT), 6ª produção da Rastilho – Associação Cultural (Lisboa, 2005);

“Pinóquio & Capuchinho” de David Silva – Prémio Miguel Rovisco 2005, publicada pelo INATEL, (Cubo da Faculdade de Arquitectura, Teatro da Trindade, Auditório Orlando Ribeiro, Teatro da Politécnica), 7ª produção da Rastilho – Associação Cultural (Lisboa, 2005);

“Fashion Store” de criação colectiva (Cubo, Faculdade de Arquitectura, Auditório Guilherme Cossoul), 8ª produção da Rastilho – Associação Cultural (Lisboa, 2007);

“Hamlet” de William Shakespeare (Pax-Julia Teatro Municipal; Cine-Teatro Capricho; Aula Magna), 1ª produção da Homlet – Companhia de Teatro da Capricho (Beja e Lisboa, 2007);

“Palavras e Dissabores” café literário de criação colectiva, exercício final de palco do Atelier Permanente de Escrita Criativa – parte 1 (Casa da Cultura; Beja, 2007);

“Xá de Letras”chá literário de criação colectiva, exercício final de palco do Atelier Permanente de Escrita Criativa – parte 2 (Casa da Cultura; Beja, 2007);

“Piratas de Água-Doce” de criação colectiva, exercício final de palco, FDTI (IPJ; Beja, 2007);

“Princesas & Dragões” de criação colectiva, exercício final de palco, FDTI (IPJ; Beja, 2007);

“A Padeira, o Bobo e a Freira” animação de teatro com texto, integrada na“VIII Feira do Pão” (Cuba, 2007);

“Sonho de Uma Noite de Verão” de William Shakespeare, exercício final de palco, com (Cine-Teatro Capricho, Pax-Julia Teatro Municipal, Festival do Amor; Beja, 2007);

“Morrer de Amores” dramatização final de palco, de criação colectiva, Pax-Julia Teatro Municipal; Beja, 2007).



Hobbies e Interesses

Interessa-se por Desenho, Arqueologia, Fotografia, História da Arte, Recuperação Arquitectónica. Adora a praia, sobretudo ao pôr-do-sol com as gaivotas, ouvir música e estar horas em silêncio. Estar perto do mar tranquiliza-o.

Necessita de estar com a família e com os amigos. Gosta de desafios, rir, passear com a sua cadela, sentir-se útil, viajar, fotografar, andar de bicicleta e assistir a espectáculos de teatro. Ler, escrever, desenhar, pintar e inventar projectos para não estar quieto. Viver, viver, viver…

Comentarios (2)add comment

Fernando Chaves said:

David, anos passados e aqui te encontro, vendo com saudade que seguiste de forma convicta o teu caminho na cultura dos palcos.
Grande abraço
Fernando Petia Trofimov
Julho 16, 2009

Antonio Rama said:

Obrigado por seres quem és, vivo a pensar no teu desageitado Yacha e na tua criação. Fazer um filho não é assim tão fácil
Beijos
Tó Rama
Outubro 07, 2009

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